Junho - 2018

Muitos de vocês conhecem bem a história de nossa família... mas hoje quero partilhar as maravilhas que Deus continua realizando em nossas vidas.

Vocês vão perceber como Ele é amoroso conosco o tempo todo e como nos presenteia com mimos ao longo da nossa caminhada.

Há 38 anos, eu e o Sergio, nos conhecemos e iniciamos nosso serviço a Deus como casal. Sempre trabalhamos com jovens, por vontade do Espírito Santo. Recentemente, fomos chamados para trabalhar no TLC da nossa paróquia. E para alegria dos nossos corações, nossa filha, Mariana, e nosso genro, Felippe, também abraçaram o TLC, sendo casal apresentador.

O grande mimo que Deus nos deu foi poder olhar para nossos filhos, Mari e Fe, e nos vermos neles... nos lembrarmos do tempo em que na idade deles, também evangelizávamos os mais jovens.

Que maravilha olhar para nossa caminhada até aqui e ver que Deus foi operando em nossa família verdadeiros prodígios. Hoje temos um filho, o Renato, no céu, que encontrou sua santidade... e temos 2 filhos, aqui junto de nós, nessa busca incansável de também sermos santos e construtores do Reino de Deus.

Somos felizes porque conseguimos, pela Graça de Deus, deixar para nossos filhos, a verdadeira e única herança que não se rouba, que não se acaba: a fé.

Possamos viver muitas aventuras juntos nessa grande vocação de sermos Igreja!


Célia e Sergio


Abril - 2018

Meu nome é Paulo, sou casado há 21 anos com Helena e temos dois filhos, Isabela com 17 anos e João Pedro com 5 anos.

Moramos no bairro do Morumbi há 20 anos e confesso que Igreja e Deus nunca foram primordial em minha vida. Primeiro porque, apesar de ser católico apostólico romano não frequentador, sempre achei que rezando em casa não precisava frequentar a casa de Deus para nos alimentarmos em nosso dia-a-dia e ouvirmos a Palavra.

Em segundo lugar por não ter o hábito e a cultura incentivada pelo meu pai desde pequeno, minha fé não foi alimentada de forma adequada.

Mas... um belo dia fui convidado através de um irmão de fé a participar do ECC. Confesso que num primeiro momento fui totalmente contra, mas pela minha esposa resolvi conhecer.



Obviamente estabeleci com ela alguns acordos para de alguma forma concluir a jornada de três dias, já que não era muita opção aquele final de semana. Posso garantir com certeza que foi o melhor final de semana que tive em toda a minha vida.

Especificamente no sábado à tarde eu tive a certeza de conhecer e aceitei ao Deus vivo que morreu por nós, que vive por nós, que nos guia, nos ampara e nos faz entender o sentido verdadeiro da vida. Para mim, o ano de 2016 foi o grande milagre e verdadeira certeza da existência de Deus.

Hoje obviamente como família normal que somos, temos os mesmos problemas que todos tem, mas temos a certeza que Deus está sempre ao nosso lado nos orientando pela nossa fé e nosso amor.

Minha filha hoje participa auxiliando o grupo do Crisma e também do TLC. Meu filho está sempre presente aos domingos na missa e participamos na organização da missa das crianças na Santa Suzana.

Entendi que a família é a base do amor. E o amor é Deus.


Fevereiro - 2018

Tínhamos já 16 anos de casados. Estávamos vivendo um casamento de muito egoísmo. Nossa convicção e filosofia de vida era que as vontades individuais de cada um no casamento deveriam ser respeitadas e cumpridas. Nossas conversas como casal, sempre eram regadas por objetivos bem pessoais, o que levou o casamento a ficar numa situação indesejável para indiferente. Estava muito difícil continuar dessa forma. Mas então, fomos convidados a fazer o Encontro de Casais, e depois daquele encontro, percebemos que precisávamos mudar muita coisa. Fomos construindo cada dia mais o respeito, o conversa, aprendendo a conviver com as diferenças de uma forma respeitosa, mas acima de tudo... Incluindo Deus nas nossas vidas. Principalmente na maneira de falar, na maneira de agir... Sempre com Deus nos guiando. Continuamos a melhorar nosso relacionamento como casal e depois disso, queríamos que Deus também participasse da vida dos nossos filhos.

Não que não fossemos católicos antes, mas tínhamos a nossa religião apenas como obrigação. E assim como estava fazendo muito bem para o nosso casamento, queríamos que Deus fizesse parte da vida dos nossos filhos também. Então fomos nos permitindo frequentar a missa, acompanhar os compromissos da Igreja. Hoje, nossa filha Luiza está com 14 anos e está fazendo a Confirmação do Crisma, e nosso filho Bruno, nos emocionou muito o ano passado, quando comungou pela primeira vez, na sua 1ª Comunhão.

Três anos depois de nosso Encontro de Casais, tenho certeza que muitos desafios novos virão. Mas posso dizer que hoje, esperamos todos eles, muito mais tranquilos... Pois temos fé que Deus está conosco, nos guiando, nos protegendo e nos acolhendo. Só temos a agradecer as maravilhas que Deus fez na nossa família.



Família Ritondaro
Luiza, Bruno, Giorgia e Chico


Fevereiro/Março - 2017

Meu nome é Ana Paula, sou casada há 21 anos com o Miro e tenho 2 filhos: Victor de 19 anos e a Giovanna de 14 anos. Moramos em São Paulo há 5 anos e frequentamos a paróquia de Santa Suzana desde então.

Minha vida sempre foi de muitas provações e cada uma que tive, busquei com todas as minhas forças o significado da Fé!

Minha história aqui na igreja se intensificou mesmo, ou seja, minha relação de cumplicidade e fidelidade com Jesus e Maria começou mesmo após termos feito o XV ECC em setembro de 2015.

Assim que terminei o ECC no domingo, chegamos em casa e abri o resultado de um exame que peguei na sexta-feira. Eu não abri o exame porque estava atrasada para o 1º dia do ECC e no sábado também não abri porque me esqueci dele.

Hoje sei que Deus não me deixou abrir para eu ter mais sustentação de Fé para enfrentar o que teria por vir. Então o resultado foi aberto por mim e nele estava escrito que eu estava com um câncer no estômago.

Eu, que naquele momento estava super feliz e com a certeza que minha vida iria mudar em relação á igreja, me senti sem chão. Senti-me desolada, chateada, amargurada e totalmente descrente da minha fé! Cheguei á questionar Jesus dizendo: Porque eu?

Eu que já tinha perdido minha mãe aos 6 anos de idade e meu pai aos 18 anos. Eu que tinha tido um câncer no intestino em 2008 e um no couro cabeludo em 2014 .Já não estava bom?

Meu marido desde o 1º momento do diagnóstico e até hoje após minha cura, é o que mais me acolhe e me sustenta!

Ele, que antes do ECC era um homem de pouca Fé, me disse: "Vamos superar mais esta, vai dar tudo certo como sempre deu". "Deus não vai nos abandonar logo agora. Ele permitiu que fizéssemos este encontro com algum propósito."

Sim, Ele nos deu a oportunidade de fazer o ECC e mudar a nossa história. Após ter chorado muito naquela noite, pedi a Deus que não me abandonasse e eu sabia e confiava no poder de cura que ele tinha.

E foi por causa do que vivenciei no ECC que busquei as minhas forças. Lá eu aprendi que para quem tem Fé em Deus, o impossível é temporário! Em dezembro de 2015 eu recebi um outro diagnóstico de tumor no endométrio. Aí meus irmãos, eu já estava calejada... Meu grupo de ECC (Grupo Paixão), me deu todo apoio, eles foram meus verdadeiros Cirineus.

Todos os dias, agradeço a Deus por ter me dado mais esta família. Eles não me deixaram desanimar, oraram comigo, sofreram comigo e se alegraram comigo após o diagnóstico da minha cura. Além do grupo Paixão, fiz várias amizades aqui na paróquia. Amizades essas que levarei pra vida toda.

Passei também nesta época a frequentar um grupo de oração no condomínio onde moro (Paulistano) e todas as segundas-feiras, nos reunimos para rezar o terço e fazer a leitura do Evangelho. A cada segunda que se passa tenho conseguido levar outras pessoas para terem a oportunidade de trocar experiências e vivência com testemunhos incríveis, assim como o fortalecimento da nossa Fé!

Tenho ainda, um outro grupo que fiz aqui na Santa Suzana, que se reúne para rezar e louvar a Deus todas as semanas: minha terceira família!



Com eles tenho aprendido mais sobre o evangelho e quão forte é o poder do Espírito Santo sobre nós! Eles me fizeram crer que o senhor tem um plano lindo pra minha vida e de minha família, um plano de levar até as pessoas o testemunho de Fé de um Deus que é tremendo e maravilhoso, um Deus que é amoroso e misericordioso. E não poderia também deixar de dizer o quanto minha filha Giovanna mudou sua visão dos planos de Deus depois que fez sua crisma agora em novembro de 2016.

Enfim, gostaria de terminar o meu testemunho com uma frase de Charles Chaplin: "Penso que a Fé é a extensão do espírito. É a chave que abre a porta do impossível"

Ana Paula, Miro, Victor e Giovanna


Novembro/Dezembro - 2016

O testemunho da Carol e do Márcio e de seus filhos é um convite para pensarmos em nossa própria vida em família! Que possamos ser inspirados por les e fazer um propósito de oração familiar nesse momento de balanço e de meta para o próximo ano!


“A oração sempre esteve presente em nossa família. Mas no começo era enfraquecida e esporádica. Em nosso primeiro ano de casamento tivemos a oportunidade de participar do Encontro de Casais com Cristo (ECC). E nesse momento, tivemos um despertar para a importância da oração conjugal e passamos a rezar em casal, uma prática que não tínhamos, e que veio a ser reforçada quando passamos a fazer parte de uma Equipe de Nossa Senhora.

Vieram os filhos e com eles a preocupação de transmitir o que acreditamos ser o bem mais valioso, a fé e o amor a Deus. Desde que eles eram muito pequenos passamos a diariamente nos reunir após o jantar para ler a Bíblia infantil e rezarmos juntos. No começo uma oração espontânea e aos poucos fomos ensinando outras orações.

Eles foram crescendo e junto foi vindo uma maior curiosidade "pelas aventuras de Deus", como o Pedro chamava o Antigo Testamento. O interesse era tanto que muitas vezes deixamos a

Bíblia infantil para complementar a leitura das "aventuras" diretamente da Bíblia "dos adultos". Assim, também aconteceu com a oração, que foi tomando corpo e disciplina. Passamos a sempre agradecer antes das refeições e aprender a poderosa oração do santo terço.

No começo eles achavam cansativo, então busquei ajuda em dois livros ("O Rosário para Crianças" e " O Terço rezado por Crianças", brincávamos de memorizar os mistérios, essa era a parte que eles mais gostavam, gostavam também de rezar com o CD do padre Joãozinho "Os Mistérios do Terço", e fomos crescendo juntos no amor a essa tão poderosa oração. Quantas vezes adormeceram antes de terminar a oração com o terço em suas mãos...Ficava imaginando que sono tranquilo e abençoado teriam...

Eles foram crescendo e foi se tornando difícil com a rotina manter o hábito da oração do terço em família. Assim as férias, viagens, fins de semana passaram a ser momentos fortes de oração em família. E passamos a presenciar nossos filhos em diversas situações espontaneamente procurando na oração a força e proteção que necessitavam. Fomos aprendendo juntos que diante das tempestades e alegrias era na oração que deveríamos nos derramar, agradecer, encorajar e nos fortalecer.

Ano passado fomos convidados a conhecer “O Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem” e fazer um estudo orante sobre o livro escrito por São Luís Maria Grignion de Montfort que nos fala da devoção a Nossa Senhora e da necessidade da consagração a Ela. Para minha surpresa o Pedro e a Gabi, por vontade própria, quiseram participar, e assim nos preparamos juntos para essa consagração total à nossa Mãe Celeste, nos tornando "escravos por amor", como o saudoso Papa João Paulo II, que conheceu o Tratado também na sua infância e consagrou-se a Maria segundo esse Tratado. A consagração veio fortalecer e intensificar nosso amor e necessidade pela oração diária do terço.

Hoje, o Pedro está com 11 anos e não sai de seu quarto sem antes ter rezado o terço. A Gabi aos 5 anos ensinou o avô a rezar o terço pela primeira vez e hoje com 9 vem ensinado e incentivando as pessoas que convivem com ela.

Sem oração, nenhum de nós fica de pé espiritualmente e ninguém consegue fazer a vontade de Deus. A razão é muito clara: ‘porque sem mim nada podeis fazer’ (Jo 15, 4). A oração é para a alma o que o ar é para o corpo.”

Carol, Marcio, Pedro e Gabriela Moreira